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O Imperialismo Estadunidense

Sempre que os EUA se preparam para agredir um país, o padrão é invariável. Antes das explosões, surge a propaganda. Inicialmente, estigmatizam o regime como “ditatorial”. Em seguida, inventam relatos de carnificina em massa e, por último, propagam a agressão como operação humanitária. A sociedade é condicionada como solo fértil para o assalto armado. Essa dinâmica se repetiu no Iraque, com a mentira das armas de destruição em massa. No Afeganistão, usando a bandeira da emancipação feminina, devastaram a nação e fortaleceram o Talibã. Na Síria e Líbia, aniquilaram estruturas estatais, pavimentando o caminho para a desordem, grupos armados e escravidão humana. Na Venezuela, sufocaram a economia para forçar uma implosão doméstica. Agora, o Irã segue o mesmo script. Não há qualquer afinidade com os líderes locais – isso é irrelevante para quem equipara dissenso político a permissão para intervenção externa. A visão é maniqueísta: todo governo desalinhado com Washington deve tombar, não im...

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